Centro Histórico de Macau - Património da Humanidade
Foi no dia 15 de Julho de 2005 que a UNESCO aprovou a designação do Centro Histórico de Macau como património mundial, permitindo a concretização justa de uma velha aspiração de muita gente ligada à cidade da costa da China que Portugal administrou até Dezembro de 1999. Culminou-se, desta feita, um longo processo iniciado no dealbar da década de 80, quando o então Governador Vasco de Almeida e Costa mandou preparar uma bem fundamentada proposta para submeter à apreciação daquele organismo internacional. Não tendo merecido a concordância da República Popular da China, (...) LER TUDO
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Entrevista com Miguel Anacoreta Correia Quando estava em Bruxelas participou de muito perto nas negociações que conduziram à Convenção de Lomé IV. A articulação do apoio da Europa (e também de Portugal porque não) ao desenvolvimento da África Sub-Sahariana parece-nos hoje cada vez mais premente. Mas será que há uma verdadeira estratégia delineada para promover iniciativas económicas em África, seja ela na Sub-Sahariana seja na África de charneira que é o Magreb, para localizar as pessoas, garantir-lhes empregos dignos? Ou, em alternativa, será inelutável sentirmo-nos cada vez mais apertados por uma imigração clandestina difícil de controlar? (...) LER TUDO
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O marketing da Nação
Nos tempos que correm, quando a pressão do mundialismo aumenta, a soberania política das Nações é inelutavelmente ameaçada. Cada vez mais limitada e condicionada, apenas a indelével soberania que podemos designar por identitária permite resistir e manter acesa a candeia da independência nacional. Durante séculos países como a Irlanda, a Noruega, a Polónia e povos como o Israelita ou o Checo viveram sob o jugo de outros Estados, guardando, no entanto, bem viva a sua consciência (...) LER TUDO
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Património e Memória - Facetas Relevantes de Portugal no Mundo
Portugal conserva em África e no Brasil, bem como noutros territórios ou comunidades da Ásia e da Oceânia, um vastíssimo e ímpar activo cultural baseado na língua, no património construído, nos saberes científicos acumulados em fontes portuguesas, além de muitas outras vivências. (...) LER TUDO |
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Os Portugueses e o Oriente: grandeza e incúria
A presença portuguesa no Oriente é tema apaixonante. É, tão só, o marco separador de duas eras, como lembrou Toynbee - antes e depois da viagem do Gama, antes e depois do contacto directo entre as galáxias ocidental e oriental – em suma, qualquer que seja a carga emocional e semântica com que se utilizem os termos, o advento da globalização, da mundialização e da universalização. Para o Oriente houve um antes e um depois dos Portugueses. (...) LER TUDO
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Uma língua com futuro?
Terminados na História - com excepção de uma ou outra aventura norte-americana - os períodos das grandes conquistas territoriais, o repensar dos elementos da Geopolítica e do interesse real dos Estados aqui entendido no âmbito das balizas da realpolitik, se aplicado ao caso português, facilmente colocará a promoção e o ensino da língua portuguesa no mundo em lugar de destaque no capítulo das grandes opções estratégicas nacionais, (...) LER TUDO
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Portugueses na Grã-Bretanha nestes tempos de ferro
A relação entre Academia e Pólis é complexa em todas as sociedades. A própria existência autónoma da Academia se deve, em grande medida, à existência desse conflito, através da morte de Sócrates às mãos do Poder Civil.
A Filosofia Política Clássica possui como elemento central da sua doutrina o aproximar dessas duas instituições, a ideia de que a Política não poderia ser legítima sem a Filosofia, a busca da Verdade. Desta relação provinha a sede de justiça que se prolongou no tempo (...) LER TUDO |
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Cooperação técnico-militar portuguesa, fundamentalismo islâmico… e os homems do passo trocado
A Constituição da República Portuguesa, logo no seu artigo 1º refere que “Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular”. No seu Artigo 2º, adianta que “A República Portuguesa é um estado de direito democrático, baseado na soberania popular (...) LER TUDO
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