O golpe militar sindical do 25A e o logro do 25N — Uma visão muito pessoal
No ano da desgraça de 1974, traindo o juramento que haviam feito, uns tantos militares, na sua maioria movidos por interesses corporativos — portanto pessoais, mesquinhos e reles como todos os corporativos — e cansados da sua profissão — que é fazer guerra quando os mandam, pelo que são pagos, profissão que tinham escolhido não por vocação mas por oportunismo de obterem estudos gratuitos —, promoveu o golpe militar do 25A. Os rolhas não reagiram e aderiram aos vitoriosos. À traição foi chamada «coragem», à escamoteada e verdadeira motivação destes militares foi colado o rótulo de «sede de liberdade» (...) LER TUDO |
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Dos mitos e lendas do surgimento do PREC
Do autoritarismo ao abismo totalitário (Março de 1974-Novembro de 1975). Quando eclodiu o golpe militar de Abril, Portugal era um país em
adiantada fase integração na comunidade dos países democráticos. Mau
grado a persistência de um regime não democrático, os sinais de
mudança estavam em todos os sectores da vida portuguesa, tão
expressivos e imparáveis que determinariam uma ruptura a breve trecho.
Importa lembrar que Portugal era membro de pleno direito da OTAN e da
EFTA e acabara de assinar a candidatura de adesão à CEE, requisitos
fundamentais para o reconhecimento como parceiro ocidental (...) LER TUDO |
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Coisas do 25 de Novembro
As comemorações dos eventos ocorridos a 25/11/75, têm passado quase despercebidas na maioria do pais e são feitas algo envergonhadamente (excepção para as iniciativas promovidas pela Associação de Comandos), o que está longe de bater certo com a importância histórica que tais acções tiveram para o devir contemporâneo da nação dos portugueses. Aliàs seria pertinente entender, porque é que o Dr. Mário Soares, quando ocupava o cargo de PR pôs fim a qualquer comemoração oficial. Será que lhe pesa algo na consciência? (...) LER TUDO
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Da Comuna de Lisboa ao 25 de Novembro
No verão quente, contava cinco anos de idade. Compreenderá então o leitor que me falte vivência para que, com rigor, possa evocar grandes lembranças desses tempos que não sejam passagens forçadas por Madrid e pelo Rio de Janeiro, essas algo mais nítidas visto que por momentos me vi privado dos amigos da pré-escola. Nessa época, em consequência, o que eu queria era brincadeira: legos, subbutteos e playmobils - chegando-me o que sei de relatos de familiares e amigos ou da extensa bibliografia que a época proporcionou. Em cada português existia então um analista e um editor em potência (...) LER TUDO
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A Mistificação do 25 de Novembro
Na outra margem atlântica, afastado, há muito, de Portugal, mas permanentemente próximo às coisas portuguesas de sempre – e a uma ideia de Portugal que lamentavelmente deixou de existir –, confesso que não me apetece acompanhar os faits divers da politiquice partidocrática que tanto mal faz ao que restou do país, ou seguir os modismos idiotas e inúteis que vão surgindo como giesta bravia, ou constatar como uma nação, cujo nome já foi escrito com maiúscula, transformou-se alegremente em um amontoado de consumidores (endividados à enésima geração), em um terreno qualquer para exploração comercial, especulação imobiliária ou (...) LER TUDO
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Cartoons: O período revolucionário visto pela imprensa internacional
A descolonização exemplar, a ameaça comunista ou a anarquia instalada nas forças armadas e no poder político em pleno período revolucionário foram momentos acompanhados de muito perto pela imprensa europeia, de que aqui deixamos alguns exemplos, retirados do Le Monde, Sunday Times, Le Figaro, El Pueblo ou Frankfurter Allgemeine. (...) LER TUDO
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Documento: Conclusões dos Relatórios de Sevícias
I – Conclusão do Relatório das Sevícias Acerca do 28 de Setembro de 1974. Todo o processo do 28 de Setembro foi uma violência colectiva e continuada, assente num procedimento ilegal e arbitrário e no desprezo pelo direito das gentes.
Neste contexto, a correspondente responsabilidade á compartilhada desde os mais altos escalões do Poder até àqueles que ordenaram ou executaram os procedimentos directos sobre as vítimas (...) LER TUDO
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