Ano I - Nº 3, Novembro de 2006
Alameda Digital
Estados Unidos
TEMA DE FUNDO
Do PREC ao 25 de Novembro

Dispersos em livros, revistas ou jornais da época, não faltarão depoimentos sobre o que de verdade se passou entre 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975, dispersão que em muito dificulta o acesso à informação aos mais jovens, especialmente quando se tratam de testemunhos que merecem sobretudo a hostilidade oficial. É por isso importante que, com a distância que o passar dos anos proporciona, se olhe com a objectividade possível para esses tempos loucos do PREC, para os documentos que o ilustram apesar de serem hoje difíceis de obter, para a importância inequívoca daquele dia 25 de Novembro. Propomos uma pequena contribuição para ajudar a desenhar a nossa História recente. LER TUDO

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Correspondentes

[Madrid]

Visto de Madrid
por JLLencastre

[Grã-Bretanha]

Crónicas de um lusitano interior na Álbion
por Rafael Castela Santos

[Buenos Aires]

A mistificação do 25 Novembro
por Marcos Pinho de Escobar

[Estados Unidos]

Do outro lado
por João Ribeiro Lima

Ecos da Blogosfera
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O golpe militar sindical do 25A e o logro do 25N — Uma visão muito pessoal

No ano da desgraça de 1974, traindo o juramento que haviam feito, uns tantos militares, na sua maioria movidos por interesses corporativos — portanto pessoais, mesquinhos e reles como todos os corporativos — e cansados da sua profissão — que é fazer guerra quando os mandam, pelo que são pagos, profissão que tinham escolhido não por vocação mas por oportunismo de obterem estudos gratuitos —, promoveu o golpe militar do 25A. Os rolhas não reagiram (...) LER TUDO

Perplexidades em torno da “passividade” do PCP perante o golpe do 25 de Novembro de 1975

À passagem de mais um aniversário sobre as acções militares levadas a cabo em 25 de Novembro de 1975, mantém-se no meu espírito alguma perplexidade sobre a posição que me parece ter sido adoptada pelo Partido Comunista Português (PCP), e que classifico de “incerta passividade”, quer no que directamente se relaciona com elas quer com o período que imediatamente o antecedeu(...) LER TUDO

Maria da Fonte

A Revolução do Minho em 1846, mais conhecida pela Revolução da Maria da Fonte, pode ser inicialmente identificada como uma revolta contra as chamadas «Leis de Saúde», mais concretamente contra a lei que proibia os enterramentos nas Igrejas, obrigando que os defuntos fossem sepultados em cemitérios. Mas, a par da oposição às «Leis de Saúde» estava a luta contra o aumento dos impostos decretado pelo Governo, (...) LER TUDO

Conservar

Em Portugal, como na grande maioria dos países onde existe uma ditadura moral de esquerda, chamar a alguém conservador é uma ofensa grave. Uma grande vitória das forças ditas “progressistas” foi a capacidade de fazer crer que o Conservadorismo não se trataria de uma ideia política, mas de uma “disposição” absolutamente avessa à mudança. Para tal facto terão contribuído muito as abordagens do Conservadorismo britânico, (...) LER TUDO

Entre o ridículo e a Laicidade

Em meados de Novembro, um bizarro grupo de cidadãos constituídos em associação – República e Laicidade (R&L) de seu nome – entendeu remeter à Comissão Nacional de Eleições um pedido no sentido de serem prontamente retirados eventuais crucifixos que ainda perdurem, estoicamente, em salas que sirvam de assembleias de voto no referendo ao aborto (...) LER TUDO

Editorial
A história é obsessivamente cortejada por aqueles que fazem da exposição pública a sua carreira.. Os desportistas procuram alcançar resultados históricos, os empresários publicitam os seus novos produtos garantindo que hão de fazer história, e os jornalistas despertam o público sonolento afiançando que estão a transmitir imagens de momentos históricos. Os políticos dotados de vistas largas, com capacidade de visão que  ultrapasse o próximo ciclo eleitoral, não dirigem o seu discurso, a sua pose e a sua actividade para o povo ou para as elites, mas sim para a história. Afirmam com altivez que só o julgamento desta lhes interessa, atribuindo-lhe com alguma ingenuidade a pureza, a justiça, a imparcialidade e a clarividência que não encontram no momento que passa.

Não são raros os que, em resposta aos ataques dos seus adversários, fazem apelo a este julgamento da posteridade, supondo-o definitivo e livre das paixões momentâneas. [...] LER TUDO

 
Entrevista - Pío Moa
Miguel Castelo Branco
João José Brandão Ferreira
Pedro Guedes da Silva
João de Castro de Mendia
Sétima Arte, por João Marchante
Obras esquecidas de autores famosos, por Carlos Bobone
Sumário
             
O golpe militar sindical do 25A e o logro do 25N — Uma visão muito pessoal
Dos mitos e lendas do surgimento do PREC
Coisas do 25 de Novembro
Perplexidades em torno da “passividade” do PCP perante o golpe do 25 de Novembro de 1975
Da Comuna de Lisboa ao 25 de Novembro
A Mistificação do 25 de Novembro
Cartoons: O período revolucionário visto pela imprensa internacional
Infografia: A Geocronologia do 25 de Novembro de 1975
Documento: Conclusões dos Relatórios de Sevícias
A Assembleia da República - Que orçamento...
Entre o ridículo e a Laicidade

Entrevista a Pío Moa
Vitória democrata em 2006 – mudança de paradigma político nos EUA?
Portuguesíades Chipre, mais um logro comunitário
Conservar
O pesadelo da morte e o sonho da Ressurreição
Democracia Electrónica e Instantânea: O Sonho de Hobbes

Saudades do Futuro
Obras Esquecidas de Autores Famosos

Maria da Fonte

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