Ano I - Nº 5, Janeiro de 2007
Alameda Digital
Segurança e Defesa
As Ameaças à Segurança Nacional e a Guerra Preventiva

As grandes transformações mundiais que se vêm verificando, particularmente a partir da queda do muro de Berlim em 1989 e da desintegração da URSS em 1991, provocaram novas tendências na ordem mundial, alterando o comportamento do Estado-Nação, como actor principal da cena internacional, e fazendo emergir novos actores com igual ou superior capacidade de intervenção ou influência no sistema internacional. (...) LER TUDO

Segurança dos indivíduos, para além da dos Estados

Ao reflectirmos, actualmente, sobre questões de segurança e defesa somos imediatamente compelidos a pensar, prioritariamente, nas novas ameaças, nos novos actores, na nova tipologia de conflitos, nas novas estratégias e nas novas concepções de prevenção, gestão de crises e guerra. Fazemo-lo, habitualmente, a partir das visões convencionais de “segurança nacional” e de “segurança internacional”, tendo em conta, sobretudo, a segurança dos Estados e da comunidade dos Estados. Porém, um dos aspectos mais impressionantes que, em matéria de segurança, emergiu nos últimos anos é a ênfase na segurança dos indivíduos. (...) LER TUDO

China – Um tigre de papel sem pés de barro

Tudo o que hoje a China faz, é feito por uma razão: demonstrar que é uma grande potência. Uma grande potência não anuncia previamente os seus gestos; prossegue uma estratégia de fins precisos, sendo esta conhecida apenas na medida em que é indispensável para garantir os resultados desejados e assegurar o estatuto da nação que a formulou.
A destruição de um antigo satélite meteorológico da China a 11 de Janeiro por um míssil balístico de médio alcance das forças armadas deste país insere-se naquele desígnio. (...) LER TUDO

As novas armas ligeiras

De acordo com os especialistas, a moderna espingarda dita de assalto terá surgido, na Alemanha, como tentativa de resposta às dificuldades que a sua Wehrmacht estava a enfrentar nas estepes russas. Infindáveis hordas de soldados russos, mal treinados e enquadrados mas animados de um fortíssimo espírito de luta, combatiam as tropas alemãs e os seus aliados que se encontravam em situação de inferioridade numérica. Avançando protegidos pela blindagem dos seus versáteis tanques e armados com pistolas metralhadoras, robustas mas pouco sofisticadas, iam, paulatinamente, subjugando os alemães com fogo maciço de rajadas automáticas, a curtas distâncias, (...) LER TUDO

Considerações em volta do Serviço Militar Obrigatório

Discutia-se em Portugal a morte anunciada do Serviço Militar Obrigatório (SMO) quando Fernando Nogueira chegou ao Ministério da Defesa. Apesar de inúmeros especialistas considerarem que para um pequeno país como o nosso as alternativas que do ponto de vista técnico e económico se vislumbravam ao SMO só muito dificilmente poderiam preencher as necessidades operacionais de defesa militar, a convicção era a de que nada iria permanecer como até então. E talvez porque de algum modo fosse mais ou menos evidente a tentação iminente de ceder sobretudo a interesses partidários, chegou a deslocar-se propositadamente a Portugal uma Comissão da NATO com a finalidade de abordar o assunto (...) LER TUDO

A desmontagem das Forças Armadas

Um dos problemas essenciais inerentes a qualquer sociedade organizada em Estado independente é o da Soberania, ponto fulcral da sobrevivência dessa mesma sociedade. Em todas elas existem grupos de indivíduos, hierarquicamente organizados, cuja função social é constituírem um garante directo e objectivo não só do factor de preservação mais palpável, a territorialidade, como também de qualquer eventualmente necessária projecção externa de Poder como suporte à defesa dos interesses fundamentais da Nação. Esses grupos constituem aquilo que geralmente se designa por Forças Armadas; elas são portanto formadas pelos indivíduos sobre cujos ombros repousa uma das mais altas responsabilidades sociais (...) LER TUDO

Da necessidade e da inutilidade das Forças Armadas

Olhando para os últimos duzentos anos da história europeia, verificamos serem Portugal, a Espanha, a Grécia, a Polónia e a Roménia os países onde o intervencionismo militar na vida política maior expressão assume. Tal significa, numa análise superficial, que é na periferia mais pobre do continente que os militares maior dose de legitimidade conseguem reunir para quebrar as regras do jogo político civil, impor e destruir regimes e fazer ditar constituições e novos ordenamentos políticos. Na restante Europa, o intervencionismo dos militares é pontual, acidental e extraordinário, ocorrendo apenas em momentos particularmente trágicos em que a unidade do Estado surge ameaçada por factores externos (complot contra Hitler, em Julho de 1944; tomada de poder por De Gaulle em plena crise da Argélia, em 1958) ou pelo iminente colapso da ordem pública (intentona do general Boulanger para marchar sobre Paris, em 1889; tentativa falhada de golpe de Vito Micelli em Itália, em Setembro de 1974). (...) LER TUDO

Rendição ou estupidez?

Uma das características mais interessantes da Grã Bretanha é o seu apreço pelo militarismo no sentido mais genérico da palavra. Uma explicação plausível para esta atitude pode assentar no valor de cada vitória nas recentes Guerras Mundiais, na ligação a um passado imperial, num passado já de si recheado de vitórias e na sua complexa história. As prateleiras estão cheias de livros de história militar, as exposições e os desfiles militares têm um público numeroso e atento, e esses temas surgem repetidamente quer nas conversas quer nos media. (...) LER TUDO

Os Echelons cá de casa

Para que uma pessoa possa comunicar com outra através de uma determinada distância é necessário a existência de um meio de suporte. O ar (ondas de som, p.e.), a luz (fibras ópticas, p.e.), a corrente eléctrica (telefone, fax, e-mail, p.e.) e as ondas electromagnéticas (radio, p.e.) são os meios mais frequentemente utilizados. Quem conseguir aceder ao meio de transporte fica em condições de poder interceptar as comunicações. Se estas se efectuarem a longa distância, sobre a complexa teia das actuais infra-estruturas de telecomunicações, é até possível, teoricamente, fazer a intercepção de todo o tráfego mundial (objectivo último do Echelon) Os limites serão a capacidade de intersecção, filtragem, recolha e tratamento dos sistemas informáticos afectos ao sistema bem como o nível de cumplicidade a que os Estados envolvidos estão dispostos. Como é evidente, tal sistema, por enquanto, apenas é acessível a um número reduzido de Estados, liderados pelos E.U.A. (...) LER TUDO

 
   
As Ameaças à Segurança Nacional e a Guerra Preventiva
Segurança dos indivíduos, para além da dos Estados
China – Um tigre de papel sem pés de barro
As novas armas ligeiras
Considerações em volta do Serviço Militar Obrigatório
A desmontagem das Forças Armadas
Da necessidade e da inutilidade das Forças Armadas
Rendição ou estupidez?
Os Echelons cá de casa

Derivas Governamentais
Mano Zé
APF – Associação para o Planeamento da Família
Diz que não

Imigração
O Julgamento de Péron

A necessidade de outra liberdade

Preparando um Centenário
Justiça do Destino
Clínica das Letras
Um caso de barbárie soviética

Relação militar dos Portugueses com o Império do Meio
Joana, Princesa e Infanta, Irmã de Dom João II

Grã-Bretanha
Buenos Aires
E.U.A.
Brasil

Editorial
Ecos da blogosfera
Capa

 

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