TEMA DE FUNDO
Segurança e Defesa
Temas a requerer, pela sua importância,
monitorização constante, as questões de
segurança e defesa dizem respeito a todos os portugueses ainda
que paradoxalmente sejam muito pouco abordadas fora do circuito
académico e dos círculos de especialistas, talvez
porque com o passar dos tempos o caminho do pensamento único
foi moldando a ideia de que estas eram temáticas quase
corporativas, sem influência directa no dia a dia dos cidadãos.
Do ponto de vista mediático, tudo mudou a 11 de Setembro de
2001. É hoje mais evidente para todos que em causa está
a necessidade de garantir em cada momento estruturas operacionais
capazes de assegurar a soberania nacional, em consonância com o
que dita o conceito estratégico português, mas também
a obrigação dos Estados de actuarem em vista da
protecção permanente dos seus nacionais. Tal e qual
como acontece dentro de portas, também no plano das relações
internacionais dificilmente haverá liberdade onde não
há segurança.
Consciente da justa importância de
assuntos e valores que a realidade insiste em não deixar
passar de moda, a Alameda Digital dedica esta sua sexta edição
aos temas da Segurança e Defesa. Que não ficarão
por aqui. LER TUDO
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Federação Portuguesa pela Vida
Reprodução do texto integral lido pela Dra. Isilda Pegado, presidente da Federação Portuguesa Pela Vida, na conferência de imprensa realizada em Lisboa em 15 de Fevereiro de 2007 (...) LER TUDO
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A Minha Heterodoxia
«Palavra terrível é o non», disse, aproximadamente, Vieira, com o eco que uma citação cinematográfica despoleta. E sê-lo-á hoje? Certamente que sim, na vertente que nega a um ser sem culpa a possibilidade de continuar a viver. Mas não na pergunta capaz de levar portugueses às urnas. (...) LER TUDO
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A Necessidade de
Outra Liberdade
É
Numa iniciativa de
apoio ao Sim no referendo próximo o dirigente do Bloco de
Esquerda João Teixeira Lopes afirmou que só a Mulher
(presumo que o Homem também) pode julgar as suas próprias
acções, “porque só ela sabe o que vive, o que
sofre, ela é que sabe o que é o seu quotidiano. Mais
ninguém pode decidir por ela”. (...) LER TUDO |
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Um caso de barbárie soviética
Na
Primavera de 1933 são desembarcadas cerca de cinco mil pessoas
numa ilha perdida do rio Ob, na Sibéria Ocidental. A ilha é
a de Nazino e destes cinco mil deportados, dois terços
acabarão por perecer de fome, frio, doença, alguns
vítimas de canibalismo.
(...) LER TUDO
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Joana, Princesa e Infanta, Irmã de Dom João II
Do casamento celebrado entre Dom
Afonso V e sua prima coirmã Dona Isabel, em 6 de Maio de 1447,
nasceram três filhos: Dom João nasceu em Sintra,
talvez a 29 de Janeiro de 1451. Morreu de tenra idade e foi sepultado
no Mosteiro da Batalha, na Capela de Nossa Senhora do Rosário.
Dona Joana nasceu em Lisboa a 6 de Fevereiro de 1452, e morreu
em Aveiro a 12 de Maio de 1490. Dom João, que viria a
suceder no Trono como décimo-terceiro Rei de Portugal,
cognominado o Príncipe Perfeito, nasceu em Lisboa no Paço
da Alcáçova a 3 de Março de 1455, e morreu em
Alvor a 25 de Outubro de 1495. (...) LER TUDO
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Derivas Governamentais
Fora
de questão está que os governos saídos da
expressão da vontade popular em eleições
legislativas orientem a sua acção em harmonia com as
opções ideológicas e linhas programáticas
de actuação que as forças partidárias
correspondentes apresentaram nas campanhas eleitorais que para o
efeito promoveram.
A vontade popular, formada a
partir do exame do conteúdo do que lhes é proposto e
também do balanço que haja feito da actuação
dos executivos precedentes (muitas vezes da do imediatamente
precedente e não raro com base em questões pontuais,
que não de fundo), (...) LER TUDO |
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A segurança é um valor com
alta cotação nos países do ocidente. Bem o
entenderam os elementos mais aguerridos das nações
árabes, que se consideram espoliados e humilhados pelos
ocidentais. Atacando indiscriminadamente conseguiram tornar-se a
maior dor de cabeça do mundo euro-americano, que tanto preza a
vida sem sobressaltos. Grande parte da energia e do génio dos
europeus consumiu-se, ao longo dos tempos, na construção
e no aperfeiçoamento de instituições que nos
protegessem das incertezas da fortuna, da saúde ou do clima,
que assegurassem pessoas e propriedades contra a cobiça ou a
hostilidade alheias. Exércitos, polícias, bancos,
companhias de seguros, hospitais, caixas de previdência,
montepios, reflectem as preocupações de uma civilização
profundamente apegada à vida terrena e aos bens que nela se
podem desfrutar.
Esta afeição ao tranquilo
gozo da vida e da propriedade encontra-se, no entanto, camuflada, em
obediência aos critérios de comportamento impostos pela
facção a quem pertence o magistério cultural e
moral dos tempos modernos. [...] LER TUDO
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