A Europa existirá ainda?
Olhando
com atenção para o que se diz, e sobretudo para o que
se escreve lá por fora, e vendo a importância que o
poder obstinadamente continua a não dar ao que é, de
facto, muito importante cá por dentro, percebe-se que se
comecem a desencadear reacções, já perigosas
até, de franjas das nossas comunidades.
Os
conteúdos do livro “América Alone. The End Of The
Worl As We Know It”, do escritor e cronista do “Chicago Sun
Times,” Mark Steyn, acompanhando o desenvolvimento de alguns
perigos que a América e o Ocidente enfrentam (...) LER TUDO
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Franceses
votam para escolher um presidente “vazio”
As
eleições presidenciais francesas, em Abril e Maio, vão
escolher o próximo inquilino do Eliseu entre “candidatos do
vazio”, uma surpresa e uma constante.
Os
“candidatos do vazio”, na expressão do sociólogo
Emmanuel Todd, são o representante do partido da maioria no
governo, a União para um Movimento Popular (UMP), Nicolas
Sarkozy, e a representante dos socialistas, Ségolène
Royal; a surpresa é François Bayrou, que procura a
equidistância entre os dois anteriores ao mesmo tempo que
investe sobre o eleitorado de ambos; a constante é Jean-Marie
Le Pen, que conta com um eleitorado fiel mas limitado.
Para
Todd, um analista do processo eleitoral com candidato próprio (...) LER TUDO
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Em
Cabinda, nada de novo
Em
Cabinda, esse antigo enclave português situado entre os Congos
de colonização belga e francesa, que se autodeterminou
no seio da soberania portuguesa nos finais do século XIX e
vive desde 1974 sob o domínio do MPLA, partido-estado, a
normalidade dos dias é habitualmente interrompida pelas
diversas manifestações de um poder ocupante, temperado
com a sedução reptilínea da política
luandense.
A
sabedoria dos africanos sempre incluiu o domínio de jogos de
poder que foram sendo aperfeiçoados com a integração
de elementos culturais recebidos das culturas europeias, com as quais
estabeleceram profundos contactos (...) LER TUDO
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O
Cerco da Europa e as Novas Realidades Geopolíticas
No
fim do século XI e início do século XII a Europa
cristã estava em vias de ser submersa pelos seus vizinhos: a
leste e nordeste por eslavos hostis e pelas hordas de tártaros
e mongóis; a sudoeste pelos Turcos e a sul e sudoeste pelos
Árabes, cujo império se expandiu para ocidente até
ao sul de França, onde foi parado, em 732, por Carlos Mardel,
na batalha de Poitiers. O Mediterrâneo era um mar inseguro e o
Atlântico conhecia apenas a navegação costeira e
as suas virtualidades estratégicas eram reduzidas.
É
então que surge um plano que se julga concebido no coração
da Europa, na Ordem de Cluny e, nomeadamente, (...) LER TUDO
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