Ano I - Nº 7, Março/Abril de 2007
Alameda Digital
Um Crepúsculo Europeu
Discurso breve sobre a obra de Vieira

“Como hão-de ser as palavras? Como as estrelas. As estrelas são muito distintas e muito claras. Assim há-de ser o estilo da pregação, muito distinto e muito claro”.
Porque assim lhe parece, o Padre António Vieira adverte o leitor logo no Prólogo das obras que ainda editou em vida: “Se gostas da afectação e pompa das palavras e do estilo que chamam culto, não me leias. Quando este estilo mais florescia, nasceram as primeiras verduras do meu (que perdoarás, quando as encontrares), mas valeu-me tanto sempre a clareza, que só porque me entendiam comecei a ser ouvido, e o começavam também a ser os que reconheciam o seu engano e mal se entendiam a si mesmos”. (...) LER TUDO

António de Monforte

Raras vezes nos últimos anos o pensamento do Integralismo Lusitano tem sido alvo de análises isentas e descomplexadas. A sequência de livros que têm vindo à estampa em tempos mais recentes tem vindo a cumprir uma função apologética ou acusatória das figuras do Integralismo Lusitano e do seu pensamento, tentando sempre vincular ou ilibar os pensadores e seguidores do movimento de adesões a ideias e posturas políticas que o nosso tempo execrou (...) LER TUDO

Todos Nós Temos Amália na Voz

Em Portugal, no ano de 1947, entre as sete longas-metragens estreadas, surge Fado, História d’Uma Cantadeira, que, dez anos depois, virá a ser o primeiro filme exibido pela Televisão Portuguesa, no arranque da RTP.
O seu realizador é Perdigão Queiroga, nascido em Évora, em 1916, e morto fisicamente num acidente de automóvel, em 1980. Este, depois de uma fase de aprendizagem das técnicas cinematográficas, trabalha como profissional (...) LER TUDO

"Reis de Portugal"

Quando do anúncio pelo «Circulo de Leitores» do seu propósito editorial de publicação de uma colecção de biografias dedicadas a cada um dos Reis de Portugal (34 volumes, cartonados, sobrecapas apelativas), no meu foro íntimo levantou-se a suspeita de que ele poderia vir a constituir um belo pretexto para adorno da sala-de-visitas de muitas casa portuguesas. Uma espécie de «bibelot» que, servindo de emulação às visitas pela sua visibilidade e extensão, aparentasse um interesse dos seus possuidores pela cultura e história pátria. (...) LER TUDO

Reduções Intelectuais

Nem todo o pensamento conduz à verdade e nos tempos que correm, quase todo o pensamento é articulado com o intuito de a diminuir. Desconstruir não é um processo errado, uma vez que se constitui como um elemento essencial de qualquer pensamento que busca fundamento. Se a desconstrução está bem patente na proposta de conhecimento de Platão e Aristóteles, de Santo Agostinho e São Tomás, prevalecendo como fenómeno essencial na descoberta do Erro e em toda a posição racional, é evidente que se continuarmos a perguntar “porquê?” nenhuma verdade pode ser alcançada.(...) LER TUDO

Futuro incerto para a música clássica em Portugal

O panorama dos concertos clássicos em Portugal não é tão desanimador como se possa pensar, mas está longe de ser exaltante.
O nosso país sempre teve bons compositores e bons músicos (e a actualidade não é excepção), mas ao longo dos tempos sofreu por estar na periferia, tendendo a copiar os modelos, tanto de criação musical como de concertos, da Europa. (...) LER TUDO

Clínica das Letras

Chás e mezinhas Do paupérrimo panorama das letras lusas não encontro autor para encimar esta coluna senão José Riço Direitinho, por motivo da reedição do seu «Breviário das Más Inclinações», estreado em 1994.
Uma narrativa de grande fôlego sobre a vida e morte de José de Risso, numa intriga com lobisomens — e também com lobos que descem à aldeia em noites de luar enquanto os cães uivam de susto e de morte. (...) LER TUDO

 
 
 
   
A propósito dos mergings and acquisitions meta-nacionais
Eurasismo : o fascínio das fantasias imperiais
Uma Europa Mundialista
Europa: o Império Pacífico
O “Mein Kampf” do Europeísmo
A “Constituição Europeia” em Ré menor
Um crepúsculo europeu
Tolerar a tolerância?
E que tal um referendo?
Carta a minha filha: Da Europa à Anti-Europa

A  boceta de Pandora
Quase Memórias. Almeida Santos* - Comentário ao 1.º Volume
Quase Memórias. Almeida Santos* - Comentário ao 2.º Volume
Concurso “Os Grandes Portugueses” -
O Povo não é estúpido!
A corrupção

Rabos-de-palha na história do 11 de Setembro

Referendo do Aborto, Cânone 915 e Comunhão Eucarística
Uma epidemia de infanticídios

Discurso breve sobre a obra de Vieira
António de Monforte
Todos Nós Temos Amália na Voz
"Reis de Portugal"
Reduções Intelectuais
Futuro incerto para a música clássica em Portugal
Clínica das Letras

Uma perspectiva histórica sobre as revoltas militares em Portugal
Eleições no Sidonismo
Relação militar dos Portugueses com o Império do Meio (parte II)

Grã-Bretanha
Buenos Aires

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